De acordo com KRIEGL (2002), um detalhe merece destaque “é que ninguém se torna leitor por um ato de obediência, ninguém nasce gostando de leitura. A influência dos adultos como referência é bastante importante na medida que são vistos lendo ou escrevendo”. Portando, ler é pensar, descobrir e brincar, pois é lendo que adquirimos novos conhecimentos, desafiamos nossa imaginação e descobrimos o prazer de pensar e sonhar.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Trabalhar com projeto
Para Paulo Freire, ao trabalhar com projetos em sala de aula, “tanto educadores quanto educando envoltos numa pesquisa, não serão mais os mesmos. Os resultados devem implicar em mais qualidade de vida, devem ser indicativos de mais cidadania, de mais participação nas decisões da vida cotidiana e da vida social. Devem, enfim, alimentar o sonho possível e a utopia necessária para uma nova lógica de vida”.
O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, sintetizar etc.
E aprendizagem passa a ser, mas significativa, centrada nas relações e nos procedimentos.
Para Paulo Freire, ao trabalhar com projetos em sala de aula, “tanto educadores quanto educando envoltos numa pesquisa, não serão mais os mesmos. Os resultados devem implicar em mais qualidade de vida, devem ser indicativos de mais cidadania, de mais participação nas decisões da vida cotidiana e da vida social. Devem, enfim, alimentar o sonho possível e a utopia necessária para uma nova lógica de vida”.
O trabalho com projetos é positivo tanto para o aluno quanto para o professor. Ganha o professor, que se sente mais realizado com o envolvimento dos alunos e com os resultados obtidos; ganha o aluno, que aprende mais do que aprenderia na situação de simples receptor de informações. Assim a informação passa a ser tratada de forma construtiva e proveitosa e o estudante desenvolve a capacidade de selecionar, organizar, priorizar, analisar, sintetizar etc.
E aprendizagem passa a ser, mas significativa, centrada nas relações e nos procedimentos.
domingo, 25 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Assinar:
Comentários (Atom)